O Sporting já garantiu 198 milhões de euros em vendas neste verão e prepara-se para ultrapassar pela primeira vez a barreira dos 200 milhões se concluir a transferência de Daniel Bragança para o Torino. O negócio ronda os cinco milhões de euros, mas continua dependente de um entendimento final.
A dimensão da transformação é evidente.
Geovany Quenda saiu por 50 milhões; Morten Hjulmand, Ousmane Diomande e Francisco Trincão por 40 milhões cada; Alisson rendeu 16,5 milhões; Diogo Travassos 5,5; Kochorashvili 4,5; e João Virgínia 1,5 milhões. Morita deixou o clube em final de contrato e não gerou receita.
São 198 milhões antes de Bragança.
O médio tem um acordo encaminhado com o Torino e os clubes trabalham sobre uma transferência próxima dos cinco milhões. Se avançar, o total sobe para aproximadamente 203 milhões.
O anterior máximo leonino num verão rondava os 134 milhões de euros, em 2022/23. A diferença mostra que esta não foi apenas uma janela com uma grande venda, mas uma alteração simultânea de várias peças estruturais do plantel.
Também por isso o Sporting gastou mais do que nunca.
As dez contratações realizadas representam aproximadamente 122,5 milhões de euros, incluindo os 30 milhões investidos em Rodrigo Zalazar, os 21,25 milhões em Ba e os 20 milhões em Doumbia.
Pedro Gonçalves é a outra incógnita.
O Sporting iniciou o verão contando com a sua saída, mas ainda não encontrou uma proposta que permita concluir o processo. Caso permaneça depois do fecho, Rui Borges já admitiu que o reintegrará.
O recorde financeiro está garantido mesmo sem novas vendas.
O que ainda não está garantido é a forma final do plantel que essa revolução deixou para trás.















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