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Segundo golo validado e dois pedidos de penálti sem efeito numa noite tranquila para Bruno Costa

A análise técnica à arbitragem considera legal o lance que antecedeu o 0-2 e correta a decisão de mandar seguir numa mão de Liavas e numa queda de Ioannidis na área.

Bruno Costa teve uma arbitragem sem influência no resultado do Rio Ave-Sporting, apesar de três lances terem justificado observação mais detalhada: a construção do segundo golo leonino e dois pedidos de penálti na segunda parte.

O primeiro ocorreu aos 19 minutos, no lance que terminou com o golo de Geny Catamo. Houve contacto com Diogo Bezerra no início da jogada, mas Tiago Antunes, especialista de arbitragem da Renascença, considerou que não existiu infração e validou a decisão da equipa de arbitragem de deixar prosseguir.

Com o Sporting já a vencer por 4-0, surgiu aos 62 minutos um pedido de grande penalidade por mão de Georgios Liavas dentro da área do Rio Ave. Bruno Costa mandou seguir e o VAR não interveio. Na análise técnica posterior, o contacto foi igualmente considerado insuficiente para infração.

Seis minutos depois, Fotis Ioannidis caiu na área e voltou a não haver penálti. Também neste caso a decisão foi considerada correta na análise da Renascença.

A primeira parte tinha decorrido praticamente sem intervenção disciplinar, num jogo com poucos contactos que justificassem cartão. Bruno Costa manteve depois o mesmo critério, permitindo contactos de reduzida intensidade e recorrendo à sanção disciplinar apenas quando entendeu necessário.

O árbitro, assistido por Luís Costa e João Morte, teve Rui Soares no VAR e Márcio Azevedo como AVAR. A atuação foi avaliada com nota 4 pelo especialista da Renascença, que a classificou como uma boa arbitragem.