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Data: 22 de agosto – 10 de setembro de 2026

Rodrigo Mora estreia-se como titular pela Roma

Português de 19 anos entrou diretamente no onze frente à Fiorentina e esteve perto de marcar aos 19 minutos, num remate em arco travado por uma grande intervenção do guarda-redes espanhol.

Rodrigo Mora precisou de apenas 19 minutos para mostrar em Itália uma das características que o transformaram num dos jovens portugueses mais valorizados do mercado.

Na estreia oficial pela Roma, e logo como titular frente à Fiorentina, o antigo jogador do FC Porto recebeu a bola em posição ofensiva, criou espaço para o remate e procurou o ângulo mais distante com um disparo em arco.

David De Gea teve de voar para evitar o golo.

A intervenção do guarda-redes espanhol impediu que a primeira grande imagem de Mora com a camisola da Roma fosse também o primeiro golo, mas o lance mostrou imediatamente a confiança com que o jovem entrou num contexto completamente novo.

A titularidade já constituía uma declaração importante.

Mora chegou recentemente a Roma depois da transferência do FC Porto e Gian Piero Gasperini não esperou por um longo período de adaptação para lhe entregar um lugar no onze.

A mudança representa um salto significativo para um jogador que ainda tem 19 anos e cuja afirmação no futebol sénior aconteceu de forma extremamente rápida.

No FC Porto, Mora passou em pouco tempo da formação para a equipa principal, ganhou influência ofensiva e tornou-se um dos ativos mais valiosos do clube. A capacidade para receber entre linhas, conduzir em espaços curtos e encontrar soluções perto da área despertou interesse internacional e acabou por levá-lo à Serie A.

Em Roma encontrou também uma responsabilidade diferente.

Já não é apenas o jovem que aparece para alterar um jogo a partir do banco. A estreia mostrou que Gasperini está disposto a colocá-lo imediatamente entre os jogadores encarregados de construir o ataque.

Mora permaneceu em campo até aos 54 minutos.

Não marcou nem precisou de uma exibição exuberante para deixar um primeiro sinal. O remate defendido por De Gea condensou aquilo que a Roma procurou quando decidiu contratá-lo: capacidade para transformar uma receção aparentemente normal numa ameaça à baliza.

A adaptação ao futebol italiano ainda agora começou.

A confiança, essa, parece ter viajado com ele desde o Porto.