O Famalicão chega à Reboleira ainda sem vitórias no campeonato, mas Marcos Peña rejeita a ideia de uma equipa parada no ponto de partida. O médio espanhol reconhece que os resultados ficaram abaixo daquilo que o grupo pretendia, embora identifique evolução no processo.
São quatro jornadas, dois empates e duas derrotas.
A quinta oportunidade aparece frente ao Estrela da Amadora.
Para Peña, o contexto ajuda a explicar parte da irregularidade. Houve alterações na equipa técnica, chegaram jogadores novos e o plantel continua a assimilar comportamentos e relações.
Isso não elimina a necessidade de ganhar.
Apenas explica por que razão algumas respostas demoram mais a estabilizar.
O próprio médio conhece bem a diferença entre esperar e estar preparado.
Não tinha sido utilizado nas três primeiras jornadas e nem sequer estava previsto no onze frente ao Gil Vicente.
Tom van de Looi lesionou-se durante o aquecimento.
Peña foi chamado de repente.
E respondeu com uma exibição segura num empate sem golos em que acabou por se assumir como uma das figuras da equipa.
O espanhol explicou que a entrada inesperada foi facilitada pela confiança criada diariamente com os colegas.
É também essa lógica que aplica ao Famalicão como coletivo.
O arranque não corresponde às expectativas.
Mas os mecanismos estão a crescer.
No sábado, isso deixa de ser apenas uma leitura interna.
A equipa precisa de começar a traduzi-lo em pontos.
E, de preferência, em três.















,fit(1200:675))