A Dragon Force completa 18 anos com uma dimensão muito diferente daquela com que nasceu no Campo da Constituição. O projeto de formação do FC Porto começou em setembro de 2008 com cerca de 400 alunos e conta atualmente com 50 escolas, dez delas fora de Portugal.
A próxima meta já está definida.
Chegar a 100 escolas até 2030.
O plano prevê 60 unidades em território português e 40 internacionais, multiplicando por quatro a atual presença fora do país.
André Villas-Boas utilizou o aniversário para enquadrar esse crescimento numa ideia que o clube pretende preservar: aumentar a escala sem transformar a formação exclusivamente num processo de seleção de futebolistas.
A missão original era dupla.
Formar atletas.
E formar pessoas.
Dezoito anos depois, o projeto tem mais de cinco mil jovens apenas em Portugal.
Cerca de três mil já participam em competição organizada, distribuídos por diferentes regiões do país.
A internacionalização também ganhou dimensão.
Brasil, México, Chipre, Turquia, Zimbabué, Moçambique, Cabo Verde e Índia estão entre os países onde a marca já está presente.
O crescimento deverá acelerar ainda antes do final deste ano.
A projeção do FC Porto aponta para mais de dez mil alunos até dezembro de 2026.
O passo seguinte será transformar essa expansão numa rede significativamente mais ampla durante os quatro anos seguintes.
As metas para 2030 representam praticamente duplicar o número atual de escolas.
Mas a ambição não é apenas quantitativa.
Villas-Boas colocou a preservação da identidade no centro da mensagem, valorizando o trabalho de treinadores, coordenadores, colaboradores e famílias que sustentaram a expansão desde a primeira escola.
Há também uma continuidade interna pouco comum num projeto desta duração.
Ricardo Ramos permanece ligado à Dragon Force desde o início e foi destacado pelo presidente no balanço dos 18 anos.
O projeto começou com uma escola e algumas centenas de crianças.
Hoje atravessa quatro continentes.
Até 2030, quer chegar às cem.















