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Dragon Force faz 18 anos com 50 escolas e estabelece como meta chegar às 100 até 2030

Projeto começou com cerca de 400 alunos no Campo da Constituição e já está presente em quatro continentes. FC Porto prevê ultrapassar os 10 mil praticantes ainda em 2026.

A Dragon Force completa 18 anos com uma dimensão muito diferente daquela com que nasceu no Campo da Constituição. O projeto de formação do FC Porto começou em setembro de 2008 com cerca de 400 alunos e conta atualmente com 50 escolas, dez delas fora de Portugal.

A próxima meta já está definida.

Chegar a 100 escolas até 2030.

O plano prevê 60 unidades em território português e 40 internacionais, multiplicando por quatro a atual presença fora do país.

André Villas-Boas utilizou o aniversário para enquadrar esse crescimento numa ideia que o clube pretende preservar: aumentar a escala sem transformar a formação exclusivamente num processo de seleção de futebolistas.

A missão original era dupla.

Formar atletas.

E formar pessoas.

Dezoito anos depois, o projeto tem mais de cinco mil jovens apenas em Portugal.

Cerca de três mil já participam em competição organizada, distribuídos por diferentes regiões do país.

A internacionalização também ganhou dimensão.

Brasil, México, Chipre, Turquia, Zimbabué, Moçambique, Cabo Verde e Índia estão entre os países onde a marca já está presente.

O crescimento deverá acelerar ainda antes do final deste ano.

A projeção do FC Porto aponta para mais de dez mil alunos até dezembro de 2026.

O passo seguinte será transformar essa expansão numa rede significativamente mais ampla durante os quatro anos seguintes.

As metas para 2030 representam praticamente duplicar o número atual de escolas.

Mas a ambição não é apenas quantitativa.

Villas-Boas colocou a preservação da identidade no centro da mensagem, valorizando o trabalho de treinadores, coordenadores, colaboradores e famílias que sustentaram a expansão desde a primeira escola.

Há também uma continuidade interna pouco comum num projeto desta duração.

Ricardo Ramos permanece ligado à Dragon Force desde o início e foi destacado pelo presidente no balanço dos 18 anos.

O projeto começou com uma escola e algumas centenas de crianças.

Hoje atravessa quatro continentes.

Até 2030, quer chegar às cem.