Diogo Costa admite que terminar a carreira no FC Porto é uma possibilidade que já lhe passa pela cabeça.
Depois de mais um mercado em que o futuro voltou a ser discutido, o capitão portista garante estar feliz no Dragão e concentra-se naquilo que ainda pretende ganhar pelo clube.
«Se ficar aqui toda a carreira, serei um homem feliz.»
A ligação vem de longe.
Diogo Costa entrou na formação portista ainda criança e percorreu todos os escalões antes de assumir a baliza da equipa principal.
O estatuto internacional e as sucessivas exibições pela seleção portuguesa transformaram-no também num dos jogadores do plantel com maior mercado.
Isso explica por que razão cada janela de transferências volta a produzir especulação.
Francesco Farioli chegou mesmo a brincar durante o verão com a necessidade de «fechar o aeroporto» para evitar uma saída.
Diogo Costa responde com presente.
«Estou cá, estou feliz.»
O compromisso seguinte traz-lhe um dos testes mais exigentes do calendário.
O FC Porto recebe o Manchester City na abertura da Liga dos Campeões e encontrará pela frente Erling Haaland.
O guarda-redes não reduz o confronto a um duelo individual, mas reconhece a dimensão do avançado norueguês.
Quer estar num dia de nível máximo para conseguir pará-lo.
Também espera respeito do outro lado.
O Manchester City construiu um plantel para ganhar todas as competições, mas Diogo Costa lembra que o FC Porto mantém uma relação histórica com a Champions e normalmente cresce neste contexto.
O futuro ficará para depois.
Pode haver mercado.
Pode haver propostas.
Pode até haver uma carreira inteira de azul e branco.
A única certeza que Diogo Costa oferece agora é a mais simples.
Ainda quer ganhar muito pelo FC Porto.















