Jornada.pt
PesquisarEntrar

Jornadas

Navegação principal da época 2026/27.

Tensão no Dragão não chegou a agressões e os relatórios afastam cenário de castigos pesados

Discussões começaram ainda no acesso aos balneários, envolveram dirigentes portistas, Enzo Fernández, Rúben Dias e Farioli, mas não ficaram registados incidentes de gravidade suficiente para sustentar sanções relevantes da UEFA.

A tensão que acompanhou o final da primeira parte do FC Porto-Manchester City prolongou-se até ao túnel do Estádio do Dragão, mas não houve agressões e os relatórios elaborados para a UEFA não registam, até ao momento, qualquer episódio suscetível de provocar castigos graves às duas equipas.

O primeiro confronto verbal envolveu Henrique Monteiro, delegado ao jogo do FC Porto, e Enzo Fernández, numa sequência que rapidamente juntou outros elementos. Tiago Madureira aproximou-se do médio argentino e Rúben Dias interveio, afastando o diretor de futebol portista antes da entrada nos balneários.

Já no interior do túnel, Francesco Farioli e o central português também se envolveram na discussão, alimentando as imagens e relatos que fizeram surgir em Inglaterra a possibilidade de intervenção disciplinar da UEFA.

A informação conhecida posteriormente reduz essa hipótese. Não houve agressões e nem o relatório do árbitro nem os documentos dos delegados incluem referência a comportamentos de gravidade suficiente para sustentar sanções pesadas.

A segunda parte começou já com os ânimos mais controlados e o jogo terminou sem nova extensão coletiva da confusão, apesar de o confronto entre Erling Haaland e Pablo Rosario nos descontos voltar a obrigar o árbitro a intervir.

Foi uma noite tensa.

Não terá, ao que tudo indica, prolongamento significativo nos gabinetes disciplinares.