Luis Suárez precisou de apenas seis jogos da nova temporada para produzir o melhor arranque da carreira e, ao marcar frente ao Galatasaray, acrescentou-lhe um registo histórico no Sporting: chegou aos seis golos na Liga dos Campeões e igualou Gyökeres, Liedson e Francisco Trincão no topo da lista leonina na competição.
O colombiano soma cinco golos em seis encontros de 2026/27 e marcou nos últimos quatro jogos. Na Liga, fez um ao Alverca, dois ao Rio Ave e outro ao Nacional; na estreia europeia, assumiu o penálti que completou a reviravolta sobre o Galatasaray.
O momento não aparece isolado da época anterior. Suárez chegara a Lisboa depois de marcar 31 vezes pelo Almería e respondeu na primeira temporada de Sporting com 38 golos em 53 jogos, cinco deles na Champions. O sexto surgiu agora, pouco mais de um ano depois da contratação.
A principal diferença nesta fase pode estar menos no protagonismo do avançado do que na forma como Rui Borges consegue administrá-lo.
Na época anterior, as limitações físicas de outras opções obrigaram Suárez a acumular uma utilização muito elevada. Agora, Fotis Ioannidis e Rafael Nel oferecem alternativas para diferentes momentos dos jogos, permitindo retirar o colombiano sem que cada substituição signifique perder toda a referência ofensiva.
Rui Borges já começou a utilizar essa margem. Suárez foi substituído nos últimos quatro encontros, uma gestão que pretende mantê-lo disponível durante uma temporada longa em que Sporting disputa novamente campeonato, Taças e Liga dos Campeões.
O avançado, entretanto, continua a responder sobretudo dentro da área.
Cinco golos em seis jogos.
Quatro partidas consecutivas a marcar.
E seis golos europeus pelo Sporting, tantos como qualquer outro jogador conseguiu na Champions com a camisola leonina.
Ainda é setembro.
Suárez já começou a temporada no lugar onde os avançados preferem estar.
Perto da baliza e longe das dúvidas.















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