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Segundo teste confirma cocaína em Volpato, que nega consumo e fica à espera da decisão da Austrália

Internacional foi intercetado a 109 km/h numa zona de 60 em Sydney. Teste rodoviário e análise policial posterior deram positivo, mas exames independentes realizados pelo jogador e pelo Sassuolo foram negativos.

Cristian Volpato ficou com o futuro imediato na seleção australiana dependente de uma avaliação da federação depois de um segundo teste policial ter confirmado a presença de cocaína no organismo, na sequência de uma fiscalização rodoviária realizada em Sydney em julho.

O jogador de 22 anos foi intercetado na Anzac Bridge quando conduzia a 109 km/h numa zona limitada a 60. O teste realizado no local deu positivo para cocaína e uma segunda amostra de fluido oral, posteriormente analisada pela polícia de Nova Gales do Sul, confirmou o primeiro resultado.

Volpato recebeu uma multa de 722 dólares australianos e ficou impedido de conduzir no estado, não estando prevista nova ação judicial relacionada com o episódio.

O caso, porém, não termina nos resultados policiais.

O internacional australiano nega ter consumido conscientemente cocaína e realizou voluntariamente um teste independente numa clínica, que deu negativo. Já depois de regressar a Itália, voltou a ser testado e o Sassuolo confirmou igualmente um resultado negativo.

É esta divergência que a Football Australia procura agora avaliar. A federação pediu verificação independente da informação recebida e mantém o processo sujeito aos procedimentos internos antes de decidir se existe matéria para uma sanção desportiva.

Volpato tornou-se internacional australiano pouco antes do Mundial de 2026, depois de ter representado a Itália nos escalões jovens, e participou em três encontros da seleção na competição.

A questão deixou por isso de ser apenas rodoviária.

A polícia encerrou a sua intervenção com uma multa.

A seleção ainda tem de decidir o que faz com o caso.