Stavros Gavriel chegou ao Nacional durante o verão e precisou de cinco jornadas para conseguir a primeira titularidade, mas a oportunidade surgiu num momento particularmente sensível para a equipa madeirense e deixou o extremo numa posição diferente para o início do novo ciclo técnico.
Com João Gião, o internacional cipriota entrou sempre a partir do banco nas quatro primeiras rondas e acumulou 84 minutos. Em Alvalade, já sob a orientação interina de Bruno Abreu, permaneceu 73 minutos em campo antes de dar lugar a Matchoi Djaló.
A diferença de utilização foi acompanhada por uma resposta competitiva interessante num encontro em que o Nacional passou longos períodos sem bola. Gavriel acertou oito dos onze passes, ganhou oito dos 16 duelos, venceu os dois desarmes que tentou e somou seis recuperações.
Os números não transformam uma derrota por 2-0 numa exibição individual extraordinária, mas mostram capacidade para participar também no trabalho sem bola e para suportar uma utilização muito superior àquela que vinha recebendo.
A oportunidade ganha importância porque Alexandre Santos assume agora uma equipa em mudança e terá de reavaliar hierarquias que estavam estabelecidas antes da saída de Gião.
Gavriel começou a época como solução de banco.
Chega ao novo treinador depois de mostrar que pode disputar mais do que os minutos finais.















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